Uma história criada dentro de casa a partir do desaparecimento de meias no cesto de roupas ganhou as páginas de um livro infantil e agora chega oficialmente ao público durante a Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
A meia que foi para Paris, publicado pela Emó Editora, terá seu lançamento oficial no domingo, 6 de setembro de 2026, às 18h, no estande do Escreva Garota, no Distrito Anhembi. O evento contará com a presença das autoras Patricia Crepaldi e Paprika para um encontro com leitores e sessão de autógrafos.
De uma brincadeira familiar para as páginas de um livro
A origem da obra está em uma brincadeira que começou entre Patricia e sua filha, Paprika. Quando algumas meias desapareciam depois de serem colocadas para lavar, a menina criava uma explicação imaginativa para o sumiço: as peças teriam aproveitado a máquina de lavar para viajar pelo mundo.
A ideia foi ganhando novos elementos com o passar do tempo. Entre os destinos imaginados pelas duas estava Paris, cidade que acabou dando nome à história.
Na narrativa, as meias percorrem diferentes lugares, conhecem novas culturas e vivem experiências antes de retornar para casa. A fantasia criada pela menina acabou se transformando em uma história sobre imaginação, diferenças, convivência e coragem para ser quem se é.
Segundo Paprika, a história começou com uma meia listrada nas cores amarelo, rosa e azul-claro, que havia ganhado de presente. O desaparecimento de uma das peças do par serviu como ponto de partida para a brincadeira.
A personagem posteriormente chegou a Paris e passou a exercer a profissão de advogada, uma ideia inspirada pela avó de Paprika, que havia se formado em Direito.
Uma história que cresceu com o tempo
O que inicialmente era apenas uma brincadeira entre mãe e filha permaneceu presente na família durante anos. Com o tempo, Patricia percebeu que aquela narrativa poderia ganhar uma nova forma.
A experiência também acabou se tornando uma oportunidade de transformar uma situação cotidiana em uma história literária voltada ao público infantil.
Além da aventura vivida pela personagem, o livro trabalha temas relacionados à diversidade, ao respeito às diferenças e à convivência. Por esse motivo, a obra também pode ser utilizada como recurso complementar em atividades de leitura realizadas por famílias, escolas e bibliotecas.
Lançamento acontece durante a Bienal
A sessão de autógrafos de A meia que foi para Paris será realizada durante a Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
O encontro acontece no dia 6 de setembro, domingo, às 18h, no estande do Escreva Garota, localizado no Distrito Anhembi. Será uma oportunidade para leitores conhecerem as responsáveis pela criação da obra e acompanharem de perto o lançamento.
A publicação possui 40 páginas e é voltada principalmente para crianças entre 7 e 10 anos, além de famílias, educadores e instituições interessadas em literatura infantil.
Serviço
Livro: A meia que foi para Paris
Editora: Emó Editora
Data do lançamento: 6 de setembro de 2026
Horário: 18h
Local: Estande do Escreva Garota — Bienal Internacional do Livro de São Paulo, Distrito Anhembi
Atração: Encontro e sessão de autógrafos com Patricia Crepaldi e Paprika
Ficha técnica
Título: A meia que foi para Paris
Autoras: Patricia Crepaldi e Paprika
Ilustrações: Paprika
Editora: Emó Editora
Páginas: 40
Formato: Impresso
ISBN: 9786582031021
Gênero: Literatura infantil, aventura e fantasia
Público-alvo: Crianças de 7 a 10 anos, famílias e educadores
Sobre as autoras
Patricia Crepaldi é escritora e editora. Ao lado da filha, Paprika, transformou uma história criada em momentos do cotidiano familiar em uma obra de literatura infantil.
Paprika participa do projeto como autora e ilustradora, levando para o livro a história que começou como uma brincadeira sobre o destino das meias que desapareciam depois da lavagem.
Informações para a imprensa
Assessoria de imprensa: Agência 2205wv
Porta-vozes: Patricia Crepaldi e Paprika
As autoras estão disponíveis para entrevistas sobre literatura infantil, criatividade, incentivo à leitura, processo de criação entre mãe e filha, diversidade e participação na Bienal Internacional do Livro de São Paulo.